Cruzo-me com pessoas que arrastam-se como vegetais esticados!
Teimosamente, desprezo a maneira voluptuosa como alguns se prendem aos momentos vazios de preguiça.
Alguns estão embutidos por uma baixa voltagem de corrente vital.
Outros corpos vivos, dão cambalhotas á minha frente.
Não venero a consistência do cenário...
Vozes débeis, puxam pela persiana da minha mente.
Tapo os meus olhos com um algodão de vidro e fecundo-me com o vapor de álcool do meu atlas inspiracional.
Em algumas pessoas, eu sugo os seus abraços com a saliva que arde após ter sido cuspida na fogueira.
Após ter sido invadida por diversos comportamentos, tento uma vez mais, alcançar a cauda de reinstalação do meu antigo eu!
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