Espreitei pelo algodão de vidro, e com o irracional intuito de estabelecer novas polaridades, criei novas tensões.
Absurdamente, aquando julgava estar sendo irracional, gerei novas vitalidades que explodiram em todas as direcções.
Senti uma espécie de ebulição que julgava apenas acontecer a quem impulsivamente espera que tal aconteça.
Repentinamente, como que num ataque desenfreado, deixei-me sucumbir por uma avalanche de desafios teimosos.
Colidi no embaraço, na altura errada...!
Lascivamente, deixei-me domesticar pelo interlúdio sinalizado por um desmaio sem apetite.
Acordei dispersa, com um sentimento de aversão incurável à decepção.
Deixei-me afundar na pele...!
Em estado demente e enjaulado, deixei-me aprisionar pela orquestração das aparências!
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