Nada faz! Nada diz!
Limita-se a provocar murmúrios farejantes ao olhar escondido...
Olha! Esconde-se!
Quer brincar, quer descansar no seio da sua terra abatida...
Deita-se! Ali permanece!
Procura o fundo da corrente que o ali deixou ficar por covardia ou esquecimento propositado...
Palpita! Sossega!
Contagia os olhares de quem o observa com tamanha tristeza e vocação...
Parou...
Sacrificou-se por um naco de carne envenenado...
Estabilizou...
Na cova desamparada digna do diabo...!
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