Pousada na nuvem coberta de gotas de incerteza, curvei-me no telhado do seu tronco e soprei pausadamente sob o delírio da montanha robusta da tua face.
Desabafei a varanda dos teus pés, cobertos de salves textuais.
Inibida pela respiração ofegante, aliei-me ao doce néctar que fazias transbordar pela fonte que há muito ansiavas destinar.
Uma escada de videira foi encontrada no Oceano vincado de espasmos e, alcancei-a até ti.
Entoamos e balançamos as tépidas mãos até ao alcance dos nossos leves suspiros e circulamos em devaneios consistentes e vácuos!
Sem comentários:
Enviar um comentário