Nos jazigos da felicidade habitam raízes nos pés.
Relógios com corda, descem até aos felizardos.
Com toda a veracidade, uma actuação a solo é escutada por todas as campas carimbadas pela ressaca de gargalhadas.
São injectadas agulhas que têem como medicação sonos narcóticos àqueles que sonham pela alvorada.
Uma solidão benigna e exausta é exposta no meio da neblina.
O velho e decrépito guardião do cemitério, palpita com as lágrimas sumarentas dos que ali visitam.
O Sol põe-se, e aromas rústicos pairam sob o refúgio das almas alegremente contagiadas que ali descansam!
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