O parapente em dedal soletra os dedos que alianças escondem.
Oceanos desertos, rumam ao topo dos verdejantes paralisados.
Quadrilhas sem principios, provocam efeitos em espuma.
Fumos voam pelos gritos contornados pelas estátuas lentas, que se movem sem precisão.
Amostras genuínas varrem os ouvidos.
Quem protege as asas sem ave, liberta o amadurecimento das forças pinceladas pelo medo.
O parapente tomba no torneio descampado.
O apreciador regressa na noite em que o rotineiro abandonou o campo das alianças!
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