Embriagada pela felicidade, tropeço pelas tuas ruelas...
Embato contra um coração minado de sensações...
Curvo na via das tuas artérias...
Controlo a alegria desalinhada...
Sinalizo as fantasias impetuosas...
Proíbo poluição de pejo...
Oriento margens invisíveis de sensações...
Desvio enfartes crónicos de silêncio...
Projecto sabores isolados à imaginação...
Sigo o horizonte da tua plenitude...!
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