Em plena noite, roubos à varanda avistam cabelos queimados pela essência dos estranhos...
Os que integram a honestidade, caem nos percalços das limpezas de espírito...
Nos óculos, descaem testamentos de imortais que por entre si falam...
Os bandidos escrevem sob mesas inauguradas, o despejo de migalhas recolhidas das efémeras doenças...
Mitigados pela espera irreconhecível, passeiam trelas de timidez...
Os pedidos são simplórios e fatigantes...
Desta forma, os roubos constatam fim à humildade...!
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