Embalo-me no silêncio e percorro a aventura...
Invento formas e cores...
Tapo os ouvidos, e mesmo assim, ouço as minhas fantasias caladas...
Nas minhas pegadas, caminham passos dispersos...
Deposito pingos de sono na almofada...
Sonho com o tédio...
Abraço-me à solidão...
A inércia aplaude-me...
Desapareço no corpo que se deita...!
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