Gritos alucinantes e efémeros, vasculham a sua caverna mental, sob o deslize de pensamentos vestidos de preto imaculado...
Percorrem os corredores à procura da porta da salvação...
Sucumbem palavras desgastadas e encontram-se prestes a enfrentar o destino como fatalidade irrisória...
Os seus passos agonizantes penetram sombras neuróticas em que a única palavra de salvação é ignorada...
Aprisionados pela socialité, preferem calar a ter que enfrentar o corredor da morte...
E assim permanecem...
Horas...
Sem alento...
Apenas com a esperança de que ao acordar sejam presenteados com um gole de conhaque irlandês, para que lhes sejam alimentadas as suas verdades ocultas pelo sangue viciado...!
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